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domingo, 16 de junho de 2013

Atalaia-Lourinhã

 Hoje, como estamos tendo uns dias de descanso, fomos à Atalaia, uma pequena freguesia (com cerca de 2000 habitantes), no concelho da Lourinhã, à Festa do Pão do Moinho.
 Um dos moinhos estava aberto ao público e aqui vos deixo algumas imagens do seu interior, muito bem conservado. As mós, em pedra, por onde passava o grão que triturado dava lugar à farinha...



Aqui vêm-se as medidas de madeira, com que se media a quantidade de grão que era entregue ao moleiro, para que a quantidade correspondente de farinha fosse retornada...
 Nesta Festa "Pão do Moinho", houve festa na rua, onde desfilaram com graça e esmero piratas e moçoilas vestidos a rigor. Conta a lenda que nesta terra de pescadores e agricultores, em tempos idos, aportou um navio de piratas, que saltando em terra depressa se apoderaram daquilo que podiam, matando quem se lhes opunha...
 Mas uma linda rapariga do povoado, com sua graça e beleza, mudou o rumo aos acontecimentos. O capitão dos piratas, ao vê-la, por ela sentiu louca paixão e prometeu que se ela com ele se casasse, pouparia toda a povoação e ali viveriam para sempre, felizes!
 E assim foi... Atalaia salvou-se por milagre de amor...
 Foi isso que hoje foi representado por este desfile, em que rapazes e raparigas representaram cantando e dançando, o que, dizem, ali se passou há séculos!
Foram acompanhados por música tocada pela Associação Musical da Atalaia, que desde 2007 encanta quem os ouve tocar, o que hoje não foi excepção...



Os aplausos foram muitos e merecidos...
Os visitantes viram como se faz o pão e foram provadas várias espécies com diversos recheios.
Foi uma tarde bem passada!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Carnaval

Foi num fim de semana já depois do Carnaval, que ao folhear a revista que acompanhava o jornal "Correio da Manhã", me deparei com esta fotografia...
O que me chamou a atenção não foi a foliona marchando, não foram os chapéus de chuva abertos, resguardando da chuva os espectadores, nem foi a senhora embrulhada em vários agasalhos...
O que me chamou a atenção e me fez rir (não foi sorrir, foi mesmo rir), foi o contraste no seu todo! Ou se calhar, no mesmo local, á mesma hora, haveria uma enorme diferença de temperatura...
Enfim, depreende-se por esta foto, que enquanto uns suam por todos os lados, outros há que tiritam de frio...
E viva o Carnaval!!!

domingo, 22 de novembro de 2009

Dolce Vita





Há uns tempos decidimos ir espreitar um novo Centro Comercial, na grande Lisboa. O Dolce Vita.
Eu, como não gosto muito de andar a passear em Centros Comerciais,
estava a achar um aborrecimento pegado, andar ali dum lado para o outro...
Mas de repente, eu nem queria acreditar... lá estava uma novidade! Uma coisa que eu não esperava encontrar num lugar destes, onde as pessoas que lá vão só se preocupam a olhar as montras das lojas e os preços dos artigos exibidos...
E ali estava eu, estarrecida (é o termo) a olhar para o ar. E não era para menos. Num pátio exterior, de onde se passa dum lado para o outro do Centro, colocados verticalmente, para ser mais exacta, em perfeita verticalidade, lá estavam eles, autênticos Jardins Suspensos, eram a novidade impensável num Centro Comercial... Lindos, bem cuidados, descansavam a vista aos felizardos (muito poucos) que, como eu, gostam de olhar para o alto...

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Alfacinha

Há uns tempos pus neste blog, com etiqueta "Comestíveis", umas lindas alfaces!!
Mas depois comecei a pensar... Afinal também eu sou alface... alface não, "Alfacinha". Se nascida em Lisboa, "Alfacinha" serei!
Fiquei com curiosidade de saber por que dão essa alcunha ás pessoas nascidas na capital. Há muito pouco sobre o assunto, mas cheguei á seguinte conclusão:

Em tempos idos, as colinas da cidade de Lisboa verdejavam de certa platinha que seria usada na medicina e também na culinária.
Chamavam-se alfaces, cujo nome vem do árabe, mais precisamente hassa.
Conta-se que num dos muitos cercos de que a cidade foi alvo por parte dos Mouros e derivado ao facto de ser mais prolongado, a população ficou sem
mantimentos.
Passaram-se muitos dias, o cerco não era levantado, Lisboa já passava fome. Foi
então que os seus habitantes olhando para as colinas, não pereceram de fome, porque as alfaces lhes serviram de alimento.

Como todas as lendas, poderá não ser uma narração totalmente verídica, mas que satisfez a minha curiosidade, satisfez!
E eu como "Alfacinha", senti-me satisfeita...



terça-feira, 28 de julho de 2009

ROLHAS



Estão a ver bem, estão!...
São mesmo rolhas.

Perto da Lourinhã, ao passar por um restaurante de estrada, parámos e entrámos para uma espécie de pátio de onde se seguia para o estabelecimento propriamento dito. Até aqui tudo bem, tudo normal... eis senão, quando olho para o lado e deparo com esta coisa, que de repente nem percebi o que era...

Eram ROLHAS meu Deus, eram rolhas...
Agora eu pergunto: - quando tiverem mais para lá colocar, terão de trepar à árvore?

terça-feira, 26 de maio de 2009

NINHO DE MELRO


No jardim da minha amiga apareceu esta coisa linda! Um ninho! Está sem passarinhos, porque tiveram medo da barafunda, são muito tímidos e foram para sítio mais calmo. Mas ficou o ninho, ternurento, que apetece olhar, que ficou para nos lembrarmos de como a Vida é bela...