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domingo, 16 de setembro de 2012

S.Pedro do Sul (Inatel)

Pois... lá fui eu outra vez para as termas, para ver se conservo os meus ossinhos sorridentes por mais um tempinho... E desta vez fiquei no Inatel! É lindoooo!!!
Até tem uns jardins fantásticos, onde se pode passear, sentar a ler... ou simplesmente descobrir coisas. Como esta árvore, que para fazer companhia a tanta gente que vai para lá mal das pernas, usando bengala, também decidiu usar uma...
Lindos, não foi o que eu disse? Lindos e bem cuidados, onde dá gosto passear pela sombra, nestes dias de calor!
Mas que não se julgue que só os exteriores são dignos de nota... não! Por dentro, deixo aqui uma pequena amostra do que são os tectos e madeiras do chão... um autêntico palácio, que já o foi em tempos idos. Eu volto... e conto mais!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

S.Pedro do Sul

É mesmo assim! Este ano tirei férias de mãe, de esposa, de dona de casa!
Estou sozinha (pobrezita), a banhos (como se dizia antigamente) nas Termas de S.Pedro do Sul. Lá vou eu todos os dias aos tratamentos... dão-me banho de cócegas... põem-me no duche... com mais cócegas e como acham pouco ainda me põem numa maca a suar...
Como se vê, com este palavreado todo, vou sair daqui fina... sem dores, sem mariquices, pronta para enfrentar o mais gelado frio, o mais quente Sol, o mais raivoso vento... até uma trovoada... ou um nevão!

E para que não pensem que isto é só "31 de boca", vejam bem a fumarada que sai desta abençoada água... e haviam era de cheirar o perfume. É de fugir, sem olhar para trás! É um perfumesinho a ovos podres que é uma delicia!

No meio disto tudo tenho feito longos passeios. A paisagem é linda. O rio Vouga,

que neste local é largo, meio esverdeado, mas com recantos lindos, dá-nos uma bela sensação de frescura nestes dias quentes de Agosto. É bom passear nas suas margens, sentar aqui e ali deixando os olhos esquecidos do livro que as mãos seguram.

O hotel onde estou é nada menos que esta casinha linda, num sítio central, o largo principal, mesmo em frente do balneário. Da janela do meu quarto, que é sobranceiro ao rio, posso ver o passeio pachorrento de grandes peixes vermelhos, que acho eu, vieram até ás termas para ver se se livram do reumático.

E como o espírito também faz parte de todos nós, não podia faltar uma simpática capelinha, que não fala a idade... É de S.Martinho e no seu interior, pequeno, acolhedor, em que a paz impera, há dezenas de bilhetinhos com pedidos de gente crente e aflita e com agradecimentos, que o povo não esquece o bem que recebe e no agradecimento vai a alma de quem pediu e foi atendido... e o agradecimento é o pagamento do pobre...