Fomos passear, a intenção nunca foi fazer praia, que isto de haver verão no outono, nunca se viu neste nosso cantinho. Estava a ver que ainda havia de ir à praia pelo Natal, para matar saudades do meu tempo em terras Brasileiras. Mas afinal isso não será possível, que o tempo tomou juízo, e já chegou o outono! O certo é que, ao passear pelo meio de tanta rocha, admirando suas formas e disposição, o tempo foi passando... e quando dei por isso era hora do Sr.Sol se deitar, descansar, para no outro dia se levantar bem disposto (o que não foi o caso, porque o dia seguinte amanheceu chuvoso, ventoso e pouco bonito). Mas ao ver as cores lindas que o Sr.Sol ia deixando no horizonte, claro, tive de as roubar, escondendo-as na minha máquina fotográfica... e o resultado é esse que aqui vos deixo, para que possam admirar o bonito espectáculo que me foi dado presenciar ao vivo!
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terça-feira, 25 de outubro de 2011
Em Peniche... e não só!
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Gaivotas ao Pôr do Sol
Deserto não, cheio de outras vidas. Vidas diferentes, mas vidas! As gaivotas tomaram de volta aquilo que por direito lhes pertence... o mar, a areia, os raios solares que ainda por ali se espraiavam...
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Na Estrada...
O dia estava fugindo para a noite. A noite, ainda sem querer aparecer, já se fazia sentir para lá das copas das árvores, que oscilando mansamente, não fora o barulho do motor do carro, certamente nos murmurariam mensagens de amor...
Havia á nossa volta uma sinfonia de luz, de cores fortes, potentes, gritando com fervor um hino lindo, um hino á Natureza, um hino ao Amor, um hino aos Homens de boa vontade...
Com o carro em andamento, baixei o vidro da janela e tentei captar, as cores? a luz? o som divino da Natureza no seu auge? Tudo isso eu quis guardar, mas a máquina, porque é isso mesmo, máquina (e porque a fotógrafa não tem nem arte nem engenho para tal), o que consegui foram estas fotos que aqui vos deixo...
Entretanto... o dia escondeu-se na noite, levou consigo o sol escaldante, as cores, a beleza do pôr- do-Sol... A noite, essa, surgiu majestosa envolta em seu manto negro salpicado de estrelas, tendo como ornamento principal a lua em seu quarto crescente...
E o carro, levado pela mão e pela vontade do meu homem, continuou rodando suavemente, enfiando-se na noite, abraçado pelo manto de estrelas, protegido pela lua, em seu quarto crescente...
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Cúpula da Igreja da Memória
Esta Lisboa linda tem coisas maravilhosas. E o mais interessante é que as pessoas adoram ir para outros lugares estrangeiros, gastarem rios de dinheiro e verem coisas que, podendo também ser belas, não o serão mais que aquelas que por cá temos... e pior, deixando por isso de conhecer as maravilhas que o seu próprio país possui!
Monumento Nacional, a Igreja da Memória, assim chamada porque foi mandada erigir em memória de um atentado que o Rei D.José sofreu nesse mesmo local, por mandato da família dos Távoras e do qual escapou com vida, tendo conseguido recuperar-se dos ferimentos. É nesta Igreja que está o Mausoléu contendo os restos mortais do Marquês de Pombal, figura carismática da História de Portugal. Foi ele um dos principais responsáveis pela expulsão dos Jesuítas do território e a ele devemos a edificação e renovação arquitectónica da cidade de Lisboa depois desta ter ficado destruída pelo terramoto de 1755.
Este Monumento começou a ser construído no ano de 1760 com um projecto do arquitecto Italiano Giovanni Carlo Galli Bibiena, já com várias obras feitas, por exemplo o Teatro Real de Salvaterra de Magos ou o Teatro da Ajuda. Mas em 1762, por dificuldades económicas no país, pararam as obras. Foram retomadas em 1779, assumindo o projecto o Arquitecto Mateus Vicente de Oliveira sendo ele o responsável pelo piso superior, pelo Zimbório, cúpula e lanternim. Faleceu em 1785 sem ter terminado a Torre Sineira. Esta Igreja de estilo Neo-Clássico tem o seu interior em mármore.
Ao levantar o olhar vi... o que quase não vi... esta linda obra de arte!
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
JANEIRO COM OCASOS...
Quando no Inverno há dias de Sol, o coração aquece, antes mesmo do corpo perceber porquê... E neste Inverno rigoroso houve chuva... houve vento... houve frio... mas quase não houve Sol! Mas neste dia de Janeiro ele visitou-nos e ficou todo o dia, ás vezes escondendo-se, ás vezes rindo-se para nós, a maioria das vezes tentando aquecer, com seus fracos raios, a Terra, sua companheira de andanças cósmicas...
Mas, como tudo nesta vida, também o dia se aproximava do seu fim... E deu-se o espectáculo! Espectáculo maravilhoso de luz, de cor, um jogo jogado entre o Sol e as nuvens, tendo o azul do céu por testemunha e a água do charco por companhia... e nós... nós, como espectadores privilegiados!
terça-feira, 14 de julho de 2009
Pôr do Sol
Areal quieto, repousando de mil pés que sem piedade o pisaram, de mil vozes que sem piedade o massacraram... areal quieto esperando... esperando o enrolar do mar sereno, sereno agora, que já descansa da folia do dia... o seu barulhar calmante acalma até os peixes que nele dormem... o Sol fugindo com rapidez para o outro lado do Mundo, que há outro dia para iluminar lá longe...
E no meio desta quietude, deste esperar, desta quase sonolência, heis que surge a Vida na figura de uma criança, que recortada nas águas iluminadas, brinca curvada, com a areia e com a água a que um raiozito de Sol se juntou para a festa animar...
E no meio desta quietude, deste esperar, desta quase sonolência, heis que surge a Vida na figura de uma criança, que recortada nas águas iluminadas, brinca curvada, com a areia e com a água a que um raiozito de Sol se juntou para a festa animar...
terça-feira, 16 de junho de 2009
PORTIMÂO
O que estais vendo é o rio Arade com Portimão a sorrir-nos do outro lado, engalanado com um pôr-do-sol fantástico! Os barcos espalhados, parecem ter sido postos ali para que a fotografia tivesse mais movimento, para que a alma da nossa gente, gente marinheira, fosse mais visível à luz difusa do cair da noite...
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Brilhando
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